Pai Rico Castiga Filho Arrogante Fazendo-o Casar com uma Humilde Camponesa – e o Que Ele Vê 3 Meses Depois o Deixa Chocado2 min de lectura

**Diário Pessoal**

Estou cansado de te tirar de todas as confusões — a voz do meu pai era dura e fria. Até quando? Já não tens limites.

O meu filho estava esparramado no sofá, sem largar o telemóvel. Traje caro, relógio de marca, perfume de luxo.

— Oh pai, para lá com isso. Sou teu filho. Tu sempre resolveste tudo.

O pai aproximou-se lentamente.

— Exactamente. Sempre resolvi. Mas agora chega. Ou mudas, ou ficas sem nada.

O filho sorriu com arrogância.

— Estás outra vez a fazer-me medo.

— Não — respondeu o pai, calmo. — É uma condição. Vais casar-te com uma rapariga comum. Sem dinheiro, sem influências, do campo. Nada de modelos ou socialites. Caso contrário, deixas de ser meu herdeiro.

O riso do filho cortou-se de repente.

— Estás a brincar?

— Não. E se pensas que isto é temporário, estás enganado.

Uma semana depois, o filho ficou sem nada. Cartões bloqueados, carro apreendido, roupas, relógio, telemóvel—tudo desapareceu. Levaram-no para uma aldeia e apresentaram-no a uma rapariga, uma simples leiteira. Modesta, sem maquilhagem, vestida de forma singela. O pai estava certo: o filho fugiria em poucos dias, humilhado e furioso, a implorar que tudo lhe fosse devolvido.

Três meses depois, porém, o que o pai viu deixou-o completamente chocado. 😱😨

Decidiu ir pessoalmente à aldeia, esperando encontrar o filho derrotado—sujo, infeliz, cheio de rancor.

Mas viu algo diferente.

O filho estava no quintal, vestido com roupa simples, com as mangas arregaçadas e… a rir. Ao seu lado, a esposa. Aquela tal “rapariga feia do campo”.

Ela segurava um balde de comida, e ele ajudava-a a alimentar os porcos. Sem nojo. Sem repulsa.

Quando o filho reparou no pai, não se envergonhou. Não pediu dinheiro. Não falou em voltar.

Apenas disse:

— Pai, conhece a minha mulher. Estamos à espera de um bebé.

O pai ficou paralisado.

Diante dele não estava o miúdo mimado, que detestava o cheiro dos animais e desprezava a vida rural. Ali estava um homem. Sereno. Feliz.

— Já não quero a vida que tinha — acrescentou o filho, em voz baixa. — Aqui, pela primeira vez, sinto que estou a viver de verdade.

E naquele momento, o pai percebeu: queria castigar o filho… mas, sem querer, deu-lhe a felicidade.

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